OH MÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃE”
O que é um dia sem te chamar de “mãe”, sem te abraçar, sem as nossas cusquices, sem as nossas gargalhadas, sem me dares mimos, sem fazeres de mim a adolescente mais feliz do mundo ou até mesmo ralhares comigo quando te falto ao respeito(?) São dias raros em que isto não acontece (…) Eu vejo-te sempre como uma rapariga que alegra tudo e todos, que me protege cada vez mais de dia para dia, que me abre o coração, que faz de mim a filha mais feliz do mundo! Vejo-te como uma mãe, não é pelo facto de seres maior que eu, mas pela tua forma de ser, pela forma como me proteges deste mundo tão cruel. Todos os dias, amo-te mais um bocadinho, porque sem ti sou uma simples “criança” bem-educada. Abraçada a ti ou no outro canto do mundo eu amo-te MÃE!
O que é um dia sem te chamar de “mãe”, sem te abraçar, sem as nossas cusquices, sem as nossas gargalhadas, sem me dares mimos, sem fazeres de mim a adolescente mais feliz do mundo ou até mesmo ralhares comigo quando te falto ao respeito(?) São dias raros em que isto não acontece (…) Eu vejo-te sempre como uma rapariga que alegra tudo e todos, que me protege cada vez mais de dia para dia, que me abre o coração, que faz de mim a filha mais feliz do mundo! Vejo-te como uma mãe, não é pelo facto de seres maior que eu, mas pela tua forma de ser, pela forma como me proteges deste mundo tão cruel. Todos os dias, amo-te mais um bocadinho, porque sem ti sou uma simples “criança” bem-educada. Abraçada a ti ou no outro canto do mundo eu amo-te MÃE!
Sara
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