Às vezes penso em ti, tento lembrar-me das últimas palavras que me disseste e ao magicar relembro as lembranças maravilhosas que me deste.
Desde pequeninas teríamos algo em comum, talvez o correr em liberdade, de estender a mão e tão depressa relatar uma amizade. Fazíamos isso tantas vezes, como um segundo no coração rapidamente, e com as palavras mais pequeninas, queríamos mostrá-lo a toda gente.
Sem dar conta, crescemos e quando vimos já passavam cinco anos, as coisas tinham mudado, agora escolheríamos o futuro, era uma porta para outro lado. Víamos cada dia a passar mais depressa.
Seríamos borboletas cheias de cores? Não, não éramos. Éramos decididamente pessoas incomparáveis a estrelas, luzes e flores. Como nós, era todo o mundo, do rei ao vagabundo, porque as pessoas são o mais importante, e apesar de podermos perde-las em qualquer instante, são tudo.
Seguimos, então, em frente, onde o caminho nos levar, não triste, sim contente, para longe, além do céu e do mar.
Em fusão com a alegria, Marta tenta viver os momentos da melhor maneira vendo uma fantasia, uma brincadeira. E com o teu precioso sorriso que as tempestades fura, agarra a sacola, bem, bem segura, que amanhã estarás na escola.
E se isto for o fim, eu não tenho palavras para clamar, tenta não te esquecer de mim, estou aqui para te ajudar. Pedirei desculpa, se algum dia te magoei, direi obrigada por tudo o que passei.
Entre o ponto que nos separa, da história já antiga, és a menina que adorava (para sempre) a minha melhor amiga.
Desde pequeninas teríamos algo em comum, talvez o correr em liberdade, de estender a mão e tão depressa relatar uma amizade. Fazíamos isso tantas vezes, como um segundo no coração rapidamente, e com as palavras mais pequeninas, queríamos mostrá-lo a toda gente.
Sem dar conta, crescemos e quando vimos já passavam cinco anos, as coisas tinham mudado, agora escolheríamos o futuro, era uma porta para outro lado. Víamos cada dia a passar mais depressa.
Seríamos borboletas cheias de cores? Não, não éramos. Éramos decididamente pessoas incomparáveis a estrelas, luzes e flores. Como nós, era todo o mundo, do rei ao vagabundo, porque as pessoas são o mais importante, e apesar de podermos perde-las em qualquer instante, são tudo.
Seguimos, então, em frente, onde o caminho nos levar, não triste, sim contente, para longe, além do céu e do mar.
Em fusão com a alegria, Marta tenta viver os momentos da melhor maneira vendo uma fantasia, uma brincadeira. E com o teu precioso sorriso que as tempestades fura, agarra a sacola, bem, bem segura, que amanhã estarás na escola.
E se isto for o fim, eu não tenho palavras para clamar, tenta não te esquecer de mim, estou aqui para te ajudar. Pedirei desculpa, se algum dia te magoei, direi obrigada por tudo o que passei.
Entre o ponto que nos separa, da história já antiga, és a menina que adorava (para sempre) a minha melhor amiga.
Dina
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